A STRIKE é uma marca de equipamento desportivo 100% portuguesa, que nasceu em Vila Nova de Gaia, na empresa Resende & Baptista – que detém, entre outras marcas, a ‘velhinha’ Conti e a Patrick (que produz e distribui em Portugal e Espanha) –, e já está a ser comercializada em países como Espanha, Angola e Moçambique.

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A STRIKE é uma marca de equipamento desportivo 100% portuguesa, que nasceu em Vila Nova de Gaia, na empresa Resende & Baptista – que detém, entre outras marcas, a ‘velhinha’ Conti e a Patrick (que produz e distribui em Portugal e Espanha) –, e já está a ser comercializada em países como Espanha, Angola e Moçambique.

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Marca desportiva 100% Portuguesa

Marca desportiva 100% Portuguesa

 

A STRIKE é uma marca de equipamento desportivo 100% portuguesa, que nasceu em Vila Nova de Gaia, na empresa Resende & Baptista – que detém, entre outras marcas, a ‘velhinha’ Conti e a Patrick (que produz e distribui em Portugal e Espanha) –, e já está a ser comercializada em países como Espanha, Angola e Moçambique.

«Decidimos criar uma marca própria para promover a internacionalização. Há quatro ou cinco anos que vimos a sentir necessidade de expandir o negócio e tentámos negociar a distribuição da Patrick noutros países, mas essa negociação ficou mais difícil com a venda da marca a um grupo belga», explica ao SOL Paula Soares, directora-geral da Resende & Baptista.

Com quase 90% do volume de negócios (2,5 milhões de euros em 2010) a vir das vendas da Patrick, a empresa teve de diversificar a produção. «Durante a época corrente conseguimos uma parceria com o Reus Deportiu, campeão nacional de Espanha de hóquei em patins, com o A.C.R. Gulpilhares, da 1.ª Divisão Nacional de hóquei em patins, e vestimos os árbitros do Comité Internacional de Rink Hóckey. Estas parcerias vão manter-se por três anos», revela

Nove meses após o lançamento da nova marca, a empresa está a conduzir negociações com vista à entrada na América do Sul – nos mercados brasileiro, venezuelano, chileno e argentino – e noutros países europeus. «Infelizmente, ainda não há encomendas concretizadas, mas penso que não tardarão a chegar», antecipa a gestora.

Os países abaixo do Equador, segundo Paula Soares, «têm tempos de trabalho diferentes. E nós queremos rentabilizar o primeiro semestre do ano. Nos restantes mercados, os contratos para as novas épocas começam a ser tratados em Julho».

Em Portugal, as bolas de futebol utilizadas pelas associações distritais da modalidade em Lisboa, Évora e Beja são Strike. No ‘desporto-rei’, o objectivo é «ter dois clubes na primeira Liga e três ou quatro na Liga de Honra» a vestir Strike. Tonel e João Aurélio são os embaixadores da Strike na modalidade, a par de Filipe Santos e Reinaldo Ventura (hóquei em patins), André Lima (futsal) e Carlos Andrade (basquetebol).

A Strike tem equipamentos de treino, de jogo, de passeio e de aquecimento e, pela primeira vez na sua história, a produção inclui também calçado «em material ultra leve e a preços competitivos». A primeira colecção – a renovação será, pelo menos, bianual –, com as linhas Dallas, Boston e Miami, «é ecléctica, tem um design moderno e retro ao mesmo tempo, e um colorido atraente», descreve a responsável.

Há desde camisolas e calções a sweats e pólos, passando por bermudas, calças, fatos de treino completos e material específico de guarda-redes, e todos os artigos podem ser personalizados de acordo com a necessidade do cliente. «Bordamos emblemas ou nomes e fazemos estampagens», exemplifica.

O lançamento da marca aconteceu em Abril passado, no 18.º Mundialito de Futebol Infantil, que decorreu em Vila Real de Santo António, mas a Resende & Baptista demorou um ano a desenvolver a Strike. A marca «é dirigida aos praticantes de modalidades colectivas, tem como público-alvo os jovens desportistas» e compete no mercado português com outras ‘marcas B’, portuguesas (a líder lusa é a Lacatoni), espanholas e italianas.

Em 2010, a empresa, que tem apenas 16 colaboradores, subcontratando a produção e o serviço de bordadura, exportou 50% para Espanha e para os PALOP. Em 2011, a Resende & Baptista «registou alguma quebra de vendas», mas, apesar disso, a comercialização da nova marca nacional, que já representa 45% do volume de negócios da empresa, «está a ser um sucesso».

Quanto às exportações, a empresa estima ter fechado o ano com uma quota de cerca de 40% do volume de negócios, baseada nas vendas para Espanha, Angola e Moçambique

 

 

Fonte: Sol - 09/08/20


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